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Atividade 4 – Nivelamento de Português – 52/2026

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ATIVIDADE 4 – NIVELAMENTO DE PORTUGUÊS – 52/2026

1ª QUESTÃO Os parágrafos não são construções aleatórias. Dependendo do gênero textual que integram, sua construção, tamanho e estilo vão variar, mas têm lógica e significado, contribuindo para a coerência do todo textual. Em se tratando de textos dissertativos, vale ressaltar uma estrutura baseada no tópico frasal. Este é a ideia central do parágrafo expressa por meio de um período. Esse período orienta todo o restante do parágrafo; dele nascem outros períodos periféricos, constituindo-se, assim, em período mestre, o que contém a frasechave. Nessa perspectiva, leia o fragmento do texto abaixo e assinale a alternativa falsa.

Distopia na Literatura

A distopia, também conhecida como antiutopia, é um conceito filosófico adotado por vários autores e expresso em suas criações ficcionais, nas quais eles retratam uma sociedade construída no sentido oposto ao da utopia, que por sua vez prevê um sistema perfeito, um estado ideal, onde vigora a máxima felicidade e a total concórdia entre seus cidadãos. A literatura distópica também pode representar um regime utópico que na prática destoa da teoria. As comunidades regidas pela distopia normalmente apresentam governos totalitários, ditatoriais, os quais exercem um poder tirânico e um domínio ilimitado sobre o grupo social.
Nestes estados impera a corrupção e as regras instituídas em nome do bem-estar coletivo revelam-se elásticas. As conquistas tecnológicas são utilizadas também como instrumentos de monitoramento dos indivíduos, da Nação ou de grupos empresariais. Veja-se, por exemplo, o que ocorre no livro de George Orwell, ‘1984’.

SANTANA, Ana Lúcia. Distopia na Literatura. Info Escola. Disponível em: https://www.infoescola.com/literatura/distopia-na-literatura/ Acesso em 4 out. 2016.

ALTERNATIVAS
A parte sublinhada do 1º parágrafo é seu tópico frasal.
O 3º parágrafo complementa o 2º e não tem tópico frasal.
O 2º parágrafo traz um exemplo que comprova o paradoxo trazido em seu tópico frasal que está sublinhado.
O tópico frasal do 3º parágrafo é o primeiro período dele, ou seja: “Nestes estados impera a corrupção e as regras instituídas em nome do bem-estar coletivo revelam-se elásticas”
O seguinte excerto do 3º parágrafo “As conquistas tecnológicas são utilizadas também como instrumentos de monitoramento dos indivíduos, da Nação ou de grupos empresariais” exemplifica a ideia que está sublinhada neste mesmo parágrafo. Ideia de que o que é sancionado para o bem pode ser usado para reprimir

2ª QUESTÃO

Leia o texto A xacina do testo, de Roberto Pompeu de Toledo. Na sequência, leia as assertivas que seguem:

‘A xacina do testo’, de Roberto Pompeu de Toledo

(1) Apezar da xuva, muita jente esteve prezente ao ezersisio de jinastica qe teve lugar no colejio. Omens, mulheres e criansas no fim cantaram o Ino Nasional. Ouve pesoas qe ate xoraram de emosão cuando a festa terminou. Oje qem qiser pode asistir a nova aprezentasão
(2) A impressão é de escombros do que foi outrora a língua portuguesa em sua forma escrita. Como se tivesse sido atingida por uma bomba e alguns destroços irreconhecíveis houvessem sido resgatados da hecatombe. A comparação não é absurda. Tem o efeito de uma bomba a radical reforma ortográfica defendida pelo site Simplifi cando a Ortografia (simplificandoaortografia.com), criado pelo professor de português Ernani Pimentel. Sua proposta é acabar com letras que não se pronunciam, como o “H” no início de certas palavras e o “U” que se segue ao “Q” em “quintal” e “querido”, assim como a duplicidade de representação do mesmo som em “S” e “Z”, “SS” e “Ç” ou “G” e “J”
(3) Não é uma proposta inovadora. Para citar uma das que já se apresentaram com espírito semelhante no passado, o general Bertoldo Klinger, figura preeminente da Era Vargas, não só formulou a sua como a praticou – ele grafava seus textos segundo as regras que inventou. O general (aliás, jeneral) Klinger, em quem o reformador da língua escrita se misturava ao reformador do povo brasileiro, explicava: “Ortografia é lojica. Lojica é ordem. Sem ordem não a nasão. Logo, não a nasão sem ortografia lojica”
(4) O site do professor Ernani Pimentel podia passar por uma excêntrica curiosidade, tal qual a reforma de Klinger, não fossem duas circunstâncias. Primeira: a de Pimentel ter sido nomeado um dos dois coordenadores (o outro é o professor Pasquale Cipro Neto) do Grupo Técnico criado na Comissão de Educação do Senado para discutir o Acordo Ortográfico entre os países de língua portuguesa. Segunda: a de vivermos tempos propícios aos populismos/paternalismos. A “simplificação” da ortografia tem sido enfeitada com o charme mais do que discutível de facilitador da alfabetização e fator de “inclusão social”

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